terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Quase uma jornalista


   Olá, essa foi a minha primeira entrevista. Como não tive um redator chefe pra ver meus erros, espero que vocês também não vejam. hahaha 
   Comentem dizendo o que acharam. :)






quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Detesto a Reforma Ortográfica



Aviso: Esse é um post de protesto que não ira mudar em nada minha vida, mas é bom protestar, me dá paz. Enfim...


Tenho pouco mais de um mês para me adaptar a algo que talvez  nunca irei me adaptar: a nova Reforma Ortográfica. Eu ainda estava no pré-vestibular (com hífen ou sem hífen?) quando a reforma entrou em vigor. Mas como toda brasileira, deixei para utilizar a reforma na última hora. É tudo muito confuso! Como estudante de jornalismo, tenho certeza que isso irá mudar o meu dia a dia.


Confesso que a reforma foi visionaria quando tirou o trema das palavras, ninguém usava aquilo. (Viu? Não trema mais na linguiça - piadinha velha e tosca! Se afoga, Aline) 

Só que as outras milhões de mudanças são bem estranhas. 

"Ela para para descansar" O Word marcaria isso como um erro de repetição. 

IDEIA = Não entra nas minhas idéias (COM ACENTO,  porque até o dia 31 de dezembro eu posso escrever assim) idéia sem acento! Aqui, no Rio, o E tem som de É, mas em outro lugares tem som de Ê. Isso me leva a crer que no futuro a idéia vai virar IDÊIA. Que coisa horrorosa! IDÊIA é muito feio. 

E as palavras que vão perder o hífen e vão se grudar? Pior ainda!

Única vantagem foi pros anti-sociais que agora vão poder se juntar, mesmo que seja só na escrita. Antissociais. (Essa foi melhor do que a da lingüiça)


Talvez meu desempenho com a nova reforma seja malsucedido. 

Aí você pensa: Aline, você não deu um enter entre as duas últimas palavras. 

Eu respondo: Não, é assim mesmo. Malsucedido será junto. E a frase está correta, a mudança dessa infraestrutura vai me confundir toda. 

Sobre o lado positivo da nova reforma... não, eu não vejo nada positivo. Sei que é uma forma de aproximar os países que usam a língua portuguesa, mas eles poderiam fazer isso doando passagens aéreas para Portugal! Ninguém precisava mexer na minha minissaia. 

Bem, se você ficou confuso, dá uma olhada nesse site ou torce pro mundo acabar no dia 21 de dezembro. Aí ninguém precisará dessa reforma... 
Obs: não está linkado bonitinho, porque não estou usando o pc e o aplicativo do blogger é um LIXO!

Beijos e comentem dizendo o que acham da reforma,quero saber a opinião de vocês. :)


Link do GUIA:






Os Dois Lados da Moeda

Hoje vou postar uma "crônica". Um texto que escrevi, de forma rápida, numa madrugada qualquer. Eu não gostei muito (tentei resumir a história, na crônica, e me perdi), mas quando postei, no meu Face, o pessoal gostou. Espero que gostem. :)

obs: Estou sem computador e o aplicativo do Blogger é um lixo, por isso o blog ainda não está formatado bonitinho. Nem o texto eu consigo formatar direito. Espero que compreendam. tudo vai melhorar, em breve.  

Os Dois Lados da Moeda 


Estive lembrando-me dos meus tempos de escola e tudo que aprendi por lá. Não estou falando de coisas teóricas como: as equações quadráticas, os motivos da Segunda Guerra Mundial e da terceira Lei de Newton, mas até que essa última vale nessa crônica. Vamos aos reais motivos.

 Achava meio balela e coisa de velho quando alguém me dizia que a escola era um ensaio para a vida adulta, mas agora, que aqui estou, faz sentido. É interessante fazer esse “retrocesso” e ver como era a vida no ensino médio. Era tão bom quando a minha maior preocupação era passar de ano sem ficar em recuperação. E os professores? Conheci os dois lados da moeda e é sobre isso que vim falar.

Tive professores maravilhosos, alguns que nunca vou me esquecer de tão bons que foram comigo (destacarei no final), mas também conheci alguns que me fizeram penar! Não vou citar nomes, mas quando o meu professor favorito de Geografia foi substituído por outro, tomei raiva na mesma hora e deixei que o novo professor percebesse. Isso foi um problemão! Esse substituto ficou com a minha turma durante três anos, até o meu pré-vest, nesse tempo todo só não trocamos ofensas, mas era dura a convivência. Só que no último ano acabamos nos entendendo e até as implicâncias que no começo era chato (ex: me fazer 5 perguntas complicadas na frente da turma e me chamar para apresentar  os trabalhos antes dos outros), acabou se tornando algo importante. Eu sempre respondia os questionários perfeitamente para ele não ter como me “humilhar” na frente da turma e sempre me colocava a disposição para começar as apresentações, antes mesmo dele sugerir que eu fizesse isso. É como um chefe! No meu caso chefe de redação que é oitenta vezes pior do que um chefe normal e está sempre pronto pra apontar seus erros. Continuando com o lado ruim da moeda, tive uma professora de Língua Portuguesa que só me esculachou e marcou para sempre a minha vida. Eu tinha 15 anos e estava na 8ª série, tudo bem que eu já apresentava uma personalidade forte e sabia dar a minha opinião, mas, até então, nunca havia desrespeitado uma professora. Eu não entendia o motivo dela detestar tanto o meu grupo de amigas e eu, mas ficava na minha. Um dia, não sei por qual motivo, ela me entregou uma prova com nota vermelha e disse que eu não seria NINGUÉM NA VIDA. (Como pode uma professora que lida com adolescentes falar algo assim para uma garota de 15 anos?) Aquilo me chocou muito e na hora eu não respondi nada, apenas olhei assustada e voltei para o meu lugar. Alguns meses depois ela passou um trabalho e, fazendo igual ao professor substituto de Geografia, resolveu me chamar para responder na frente da turma e lá foi a minha resposta carinhosa “Eu não fiz PORRA NENHUMA e não vou fazer”. Na mesma hora ela me mandou para fora da turma e lá fui eu com minha consciência tranqüila e, cansada de ser humilhada, abri o jogo com a coordenadora que até me apoiou. Não levei suspensão, minha mãe não foi chamada na escola e até ri da situação depois que passou.

 Existe o lado bom da moeda também. (No lado bom eu posso citar nomes, na verdade um nome.) Foi na minha sexta série, eu conheci o professor Marcelo que dava aula de Geografia. Acho que naquela época ele era recém formado, pois era muito novo, tinha uns 25 anos. Eu era muito desengonçada, feia e usava óculos, coisa estranha mesmo. Ele me defendia dos garotos que praticavam bullying (Nem existia esse termo!), e via potencial em tudo que eu fazia. O tempo passou e ele foi substituído várias vezes. No meu pré-vest, ele dava aula de Geopolítica (Matéria que eu mais gostava) e pude ter o prazer de me despedir dele no último dia de aula no Santa Mônica. Me lembro do dia e do mês, 19 de dezembro. A turma toda ainda estava na sala, eu levantei e chorando disse a ele que se eu estava escolhendo o Jornalismo uma parcela da culpa era dele. Nos abraçamos e ele também se emocionou. Disse que me viu crescer, me viu sair da minha “redoma de vidro” e virar uma moça de opinião. No final ele me deu uma ordem que vou levar para a vida inteira: Vai, o jornalismo precisa de alguém como você e meus filhos também precisam de um espelho no futuro. Tenho certeza que em breve te verei por aí.

É assim que termino essa crônica, com lágrimas nos olhos e com a certeza que aprendi muito mais do que matérias, na escola, aprendi a viver. Aprendi que SEMPRE encontraremos pessoas que não vão acreditar nos nossos sonhos, mas que podemos transformar os obstáculos em força para continuar. Aprendi que ação e reação é muito mais do que uma Lei de Newton, é a fórmula pra vencer.

E aí vocês têm/tiveram alguma história interessante na escola? Comentem me contando.

Beijos dramáticos.
  

Primeiro post outra vez...


   Olá, esse é o primeiro post de mais uma tentativa de blog. Agora é uma necessidade, não tenho escolha, preciso de um espaço para expor minhas ideias e textos. Esse é o típico post de apresentação, tipo aquela apresentação de calouro na faculdade (se você não passou por isso, um dia vai passar!) onde você precisa mostrar que você é legal em poucos segundos. No meu caso, me colocaram em pé numa mesa e me mandaram falar sobre mim. É isso, vamos lá!  

O nome do blog

   Você deve estar pensando "Eu conheço esse nome de algum lugar". Sim, você está certo! Me inspirei num filme :Confessions of a Teenage Drama Queen ou, em português, Confissões de uma adolescente em crise.  Hoje não sou mais uma adolescente, mas continuo rainha do drama. Nossa! Esse filme é de 2004, estou mesmo ficando velha sem perceber. 

Sobre a dramática que vos fala 

   Meu nome é Aline, tenho 21 anos,  sou carioca e Flamenguista. Vivo conectada na internet. Se eu passo algumas horas off, meus amigos ficam preocupados. Amo escrever, escrevo desde sempre, acho que isso me levou ao jornalismo. Só existe uma coisa que gosto mais do que jornalismo e internet: dormir! Durmo mais do que a minha avó e isso não é uma piadinha, é um fato. Dizem que quem dorme muito não vive, talvez isso explique muita coisa. Sou cristã protestante e tenho muita fé. Nem sempre as coisas dão certo pra mim, na verdade, quase nunca dá algo certo (olha o drama!), mas sei que com fé em Deus tudo pode melhorar. O resto vocês vão conhecendo através das postagens. 

O que vocês vão encontrar aqui? 

    Vão encontrar de tudo! Sou bem eclética na hora de escrever. Gosto de crônicas, poemas.... Até textos críticos. Claro que tudo aqui terá um tom mega dramático, mas nada chato ou apelativo.  Vou dramatizar coisas sobre o meu dia a dia: faculdade, relacionamento, pequenas crises existências e fatos engraçados que SEMPRE acontecem comigo. Tentarei postar, pelo menos, 4 vezes por semana. 


Preciso do incentivo de vocês! Como vocês farão isso? Comentando, me dando apoio moral pra continuar. (Haha! Quanto drama...) Mas é sério, comecem hoje mesmo, comentem aí sobre o que vocês gostariam que eu escrevesse no meu próximo post e sobre o que vocês acharam da minha apresentação. Não sejam tão cruéis como os veteranos da faculdade! Hehe  


Beeijos, 

Aline Martins 

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

C'est la vie


Eu não queria escrever um texto de auto-ajuda, esse é só um desabafo que pode ajudar.

Às vezes jogamos todas as nossas fichas e perdemos. Às vezes damos o nosso melhor e simplesmente não somos reconhecidos por isso. Às vezes tudo dá errado, mas não se deixe desanimar.
É minha mania achar que, se algo não saiu como eu planejava, devo ter cometido algum erro no percurso. Só que na prática, as coisas não são bem assim. Talvez você erre tentando acertar, talvez não, ninguém erra tentando errar. Só não pense que é errado apostar todas as fichas, não é errado...

"C'est la vie" - uma frase francesa que sugere conformismo "É a vida!"

Esse conformismo não é uma coisa ruim e não quer dizer que você perdeu. Viver não é um jogo de "perder ou ganhar", é uma sucessão de fatos e acontecimentos que podem mudar os seus planos iniciais. Coisas ruins podem acontecer, mas o importante é ter fé. Talvez o ruim, que acontece agora, pode se transformar em algo muito bom lá na frente.
Meu sonho inicial era ser bióloga e cuidar das tartarugas lá em Fernando de Noronha. Se eu fosse boa em biologia, talvez vocês não estivessem lendo esse texto. Meu "dom" pra escrita, seria jogado fora. Eu não teria tempo pra escrever, pra criar... Ainda bem que eu sou péssima em biologia! Isso me fez optar pelo jornalismo e, hoje, agradeço a Deus por isso. 

Onde eu quero chegar com esse texto?

É simples! Desistir de algum sonho ou mudar algum plano, faz parte da vida. Você não é covarde, porque desistiu. Você não é infeliz, porque não optou por aquele caminho, por aquele relacionamento ou por aquela oportunidade. Você só está seguindo numa outra direção. "Nem melhor, nem pior, apenas diferente"
Não se envergonhe por mudar de planos, porque os anteriores deram errado. Busque um novo plano. Deu errado outra vez? C'est la vie! Não se envergonhe, crie uma 3ª alternativa, uma 4º, uma 10ª... O importante é ter um foco e tentar.:)

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Mulheres inteligentes e homens assustados



    O "Girl Power" está aí e não é de hoje, desde a década de 1960 podemos perceber essa ascensão feminina. A entrada da mulher no mercado de trabalho e o aumento a presença feminina nas universidades foi só o começo de uma nova era. Hoje temos mulheres na presidência de grandes empresas e até chefes de Estado. Bem, mas esse assunto já virou um belo de um clichê, todo mundo sabe que as mulheres conseguiram seu lugar ao sol (pelo menos no ocidente). O enfoque do texto não é sobre as conquistas femininas é sobre uma consequência dessas conquistas. Será que os homens se prepararam para todas essas mudanças? 

   Essa é uma questão bem complexa, mas sempre que estou entre meus amigos, costumo trazer a tona. Quando os questiono sobre o medo que eles sentem das mulheres do século 21 - mulheres independentes financeiramente, despojadas, corajosas, com grau de formação equiparado aos dos homens e que tem uma visão ampla do mundo - eles sempre respondem a mesma coisa "eu não tenho medo, é uma mulher assim que procuro". Será? Como mulher e mulher que faz parte desse grupinho das "Girl Power", posso dizer que os caras ainda não estão preparados para essa nova "forma" de mulher. 


"Mas, Aline, você não pode generalizar." 

   Ok, não posso, então vou usar a tão amada porcentagem. Acho que 99,9% dos homens ainda nutrem um preconceito sobre as mulheres independentes/inteligentes. Se elas forem um pouco mais bonitinhas do que a média, aí, meu bem, aí ferrou tudo! Talvez daqui há alguns anos a mulher encalhada, a quarentona que ficou para a "titia" não será mais a mesma que a de agora. Temo que esse novo perfil de encalhadas será formado por mulheres com uma boa situação financeira, que saibam bastante sobre o mundo e sejam muito bonitas. Isso mesmo! Por que? Eis a explicação...
O homem ainda está condicionado a ser o "macho alfa". Aquele que ganha mais, aquele que entende mais sobre o mundo, aquele que dá as ordens... Quando se deparam com esse novo perfil de mulher, ficam assustados e dentem a se esquivar. 

"Aline, agora você está sendo uma feminista xiita" 

   NÃO, pelo contrario! Estou preocupada com o futuro dos relacionamentos (homem e mulher). Não sou uma feminista, não quero que as mulheres tomem o lugar dos homens. Sou totalmente contra a "mulher alfa"! Só acho que os homens deveriam deixar esse medo bobo de lado. A mulher que é mulher, vai continuar sendo mulher. (Complexo, mas deu pra entender, né?) Por mais que ela busque a independência profissional dela, é claro que ainda vai querer ser mãe. Por mais que ela tenha uma cultura grande, ainda há o que aprender. Por mais que tenha essa independência toda, ela ainda precisa de um cuidado masculino. Cuidado masculino que só vocês, caras, podem dar e nem estou falando de sexo, estou falando de proteção (proteção de forma ampla, não no estilo OO7). 
  
  Então esse é o meu apelo: Homens não tenham medo das mulheres independentes/inteligentes/cultas.... nós continuamos sendo as mesmas, só a nossa posição que mudou. Pense positivo, saímos de trás de vocês, mas agora estamos ao lado. Viemos pra somar!